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domingo, setembro 08, 2013

NYFW SS 2014: Lacoste


Adorei o desfile que a Lacoste apresentou ontem em Nova York. Básico e clean, com vários peças super bacanas. Destaque para a bermuda mais larguinha de tecido molenga tipo shorts de basquete. Adoro essa mistura de roupa esportiva com street (foto acima). Veja a coleção completa aqui.

Aqui, os looks que mais gostei:





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"I loved the parade that Lacoste presented yesterday in New York. Basic and clean, with various parts super cool. Highlight for more shorts larguinha fabric softie type basketball shorts. I love this mix of sportswear with street (pictured above). See the full collection here. (Translation by Google)"

quinta-feira, dezembro 20, 2012

Boas compras: Outlet da Lacoste


Para quem curte a marca do jacarezinho, uma boa dica para comprar os produtos no Brasil é seu outlet, que possui peças bacanas com preços mais amigáveis que nas lojas espalhadas pelos shoppings centers.

Estive na unidade do Butantã, em São Paulo, no fim de semana passado e, para a surpresa minha, encontrei várias polos do meu tamanho, o 2, que seria o P, sempre mais difícil de achar. O bacana que o 16 (infantil) da Lacoste é bem grande e serve em mim também. Então, algumas vezes, eu opto por ele, pois é metade do preço das peças de adulto, heheheh.

Para você ter uma ideia, as polos lisas estavam R$ 199,00, as listadas R$ 179,00 e essa lisa de malha da foto acima, infantil, R$ 79,00. Comparando com as lojas não oulets da marca, a média é de R$ 100,00 a menos por peça.

Eu comprei uma dessas para passar o Réveillon, qual foi?

Veja os endereços da unidade do Butantã aqui. Sei que existe também uma unidade em Moema, em São Paulo, e no shopping Outlet Premium, de Jundiaí. Certeza que tem mais pelo Brasil.

Além de camisetas, há todos os produtos da marca, como tênis (por volta de R4200,00), casacos , sungas (R$70,00), malhas, etc.

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"For those who enjoy the brand of alligator, a good tip for buying products in Brazil is the outlet of the brand, which has nice pieces with friendlier prices than in stores dotted around the shopping malls.
I went to the unit of Butantan in Sao Paulo, last weekend, and to my surprise, I found several poles of my size, 2 which would be the S. The cool thing that the 16 (child) from Lacoste is quite large and serves on me. So sometimes I opt for it because it is half the price of adult parts.
To give you an idea of ​​price, the poles were R$ 199.00, the strapeds polos R$ 179.00 and the smooth mesh photo above, child, R$ 79.00. Buying with stores, the average is R$ 100.00 more per piece.
I bought one of these to spend New Year's Eve, what was?
See the addresses of the Lacoste outlets here. (Translation by Google)"

terça-feira, março 13, 2012

Vogue Italia goes back with Joan Smalls


Todos sabem que na indústria da moda há um certo tabu com modelos negras, principalmente se tratando de capas de revistas. Poucas, bem poucas, por mais famosas que sejam, conseguem alcançar tamanho voo.

Eis que a Vogue Itália, a Bíblia da moda, uma das revistas mais influentes do planeta, escalou Joan Smalls para estampar a cover page da edição de março. Surprise, surprise... Desde julho de 2009, quando a publicação lançou a polêmica black issue, não havia uma modelo negra com tamanho destaque na revista.

Well done. Vale lembrar que Joan, quarta no ranking do Models.com, é uma das mais proeminentes faces da indústria atualmente. De modelo de catálogos, virou queridinha dos fashionistas e figura presente em todos os desfiles que importam... De Givenchy, a Balenciaga e Chanel.

Sem contar as campanhas de verão 2012. A bela pode ser vista na Chanel, Lacoste, Calvin Klein Jeans e Estée Lauder.

Veja, abaixo, a capa e o making of do editorial. Aqui as incríveis fotos. Tudo, como sempre, fotografado por Steven Meisel.



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"Everyone knows that in the fashion industry there is a certain taboo with black models, especially when it comes to magazine covers. Few, very few, no matter how famous they are, can achieve such a flight.
Behold, Italian Vogue, the bible of fashion, one of the most influential magazines in the world, climbed Joan Small to stamp the cover page of the March issue. Surprise, surprise... Since July 2009, when the publication launched the controversial black issue, there was a black model so prominently in the magazine.
Well done. It is worth mentioning that Joan is one of the most prominent models in the fashion industry today. From a catalogs model, she turned darling of fashionistas and figure present in all the shows that matters... From Givenchy, Balenciaga to Chanel.
Not to mention the campaigns of summer 2012. She can be seen in Chanel, Lacoste, Calvin Klein Jeans and Estee Lauder. (Translation by Google)"

segunda-feira, setembro 12, 2011

NYFW SS 2012 - Olho vivo # 4

Lacoste SS 2012. Full collection here.

NYFW SS 2012 - Day 3: Florais + Esporte


Com a crise financeira emergente a Semana de Moda de Nova York vem sendo pautada pela continuidade de ideias, o que não é ruim.

As cores do color block, fortes e contrastantes continuam, só que agora aparecem opções de usá-las separadas, em um look monocromático ou juntá-la a uma estampa bacana.

Falando em estampas, todo coleção tem a sua, bem havaiana, na maioria, mas com diferentes abordagens... Os florais definitivamente estão em alta...

A listras, transparências e bolinhas continuam e estão por todas as partes, mas mais dissolvidas... Os pássaros da Miu Miu também. Num cenário de economia instável, nada mais interessante do que reinventar o que se tem...

Bora brincar com o guarda-roupa! Talvez seja esse o principal recado da NYFW até agora!!!

Destaque para ADAM, Alexander Wang, Helmut Lang e Lacoste, com a primeira coleção desenhada por Felipe Oliveira Baptista (foto acima).

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"With the financial crisis emerging Fashion Week in New York has been marked by the continuity of ideas, which is not bad.
The colors of the color block, still strong and contrasting, only options now appear to use them separated for a monochromatic look, or attach it to a nice pattern.
Speaking of stamps, has its entire collection, and Hawaiian, in most, but with different approaches ... The flowers are definitely high ...
The stripes, polka dots and transparencies and are still everywhere, but dissolved more ... Birds of Miu Miu too. Against a backdrop of economic uncertainty, nothing more interesting than reinventing what has ...
Although playing with the wardrobe! Maybe that's the main message from NYFW until now!
Highlight for ADAM, Alexander Wang, Helmut Lang and Lacoste, with the first collection designed by Felipe Oliveira Baptista (pictured above). (Translated by Google)"

domingo, março 20, 2011

Conversa de menino #11

Vendo a matéria sobre as clássicas camisetas pólos lisas de piquet na revista Vip de março (matéria aqui), resolvi falar hoje aqui no conversar um pouco desse item versátil que nós, meninos modernos, temos em nosso guarda roupa.

Criada em 1933 por René Lacoste, o modelo, que foi inspirado no uniforme do tênis, ganhou adeptos e modernizou o restrito guarda roupa masculino. Durante as próximas décadas, a peça se transformou, mas sem nunca perder a sua identidade. Hoje, temos várias marcas que são sinônimos de camisetas pólo, assim como a Lacoste, a pioneira, que continua firme e forte no mercado.

Bastante versátil, seu uso é tranqüilo e vai do mais social ao super esporte. O bacana é que há algum tempo atrás ela era referência dos meninos mais nerds e antiquados e hoje se transformou em peça cool “tem-que-ter”. Prova das ondas cíclicas da moda!!!

Você sabe como melhor usá-la?

No look social: para compor um look mais sério, prefira as lisas e com corte clássico (que são mais larguinhas, não muito justas ao corpo). As de piquet imprime um ar mais sofisticado ao look. Também são uma ótima opção para substituir a camisa do terno ou até mesmo ser usada com uma bermuda de alfaiataria compondo um look mais coxinha (certinho).

No look esporte: aqui as opções são mil. Listradas, estampadas, com brasão... De todos os tecidos possíveis imagináveis, das de malha às de moletom. São ótimas para compor looks que você precisa estar arrumadinho, mas não precisa ser social, nem careta. Gosto bastante das listradas.

No look trabalho: também é possível ser usada naquele look, não precisa ser social, mas nem tão largado. Combinadas com jeans ou calça de sarja/lã fria podem ir facilmente ao trabalho. Nessa hora, um mocassim ou um tênis estilo Osken mais clássico fecha a sobriedade do traje.

Clássicas: as marcas que trazem bichinhos estampados como jacaré (Lacoste), veado (Abercrombie & Fitch), pinguim (Original Penguin), cavalo (Polo Ralph Lauren) etc. estão super em alta (vide a matéria da VIP). A melhor opção são as lisas, apesar de algumas dessas marcas, como a Lacoste, terem sempre novidades bacanas.

No Brasil: algumas marcas brasileiras se tornaram referência quando o assunto é camiseta pólo; as minhas preferidas são Reserva e Sergio K. A Osklen tem uma de malha grossa que desfila por todas as baladas, mas não gosto muito!

Na revista VIP de março (matéria online aqui)

Sugestões de editoriais

Tem para todos gostos e estilos. Do arrumadinho da primeira foto na bicicleta, que fuinciona tanto para o trabalho como para o fim de semana, ao mais rock, como no look p&b com bota pesada. Aliás, essa bota foi a responsável pela transformação do look. Se o modelo estivesse com tênis ou sapato seria outra proposta. Vale ficar de olho nos acessórios sempre!!!!

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Seeing the story on the classic piqué shirts poles of smooth magazine Vip March, I decided to speak here today in a little chat this versatile item that we, modern boys, we have in our wardrobe.
Create in 1933 by Rene Lacoste, the model, which was inspired by the uniform of tennis, won fans and modernized the limited wardrobe for men. During the next decades, the play became, but never losing its identity. Today, we have several brands that are synonymous with polo shirts, like Lacoste, the pioneer, which continues strong in the market.
Very versatile, its use is calm and goes from the social to the super sport. The cool thing is that some time ago it was reference of boys and old fashioned and more nerds today became part cool "must-have." Proof of the cyclical swings of fashion!
Do you know how to best use it?
In the office: to compose a more serious look, go for smooth and classic cut (which are are loose, not too tight to the body). The piquet of prints to a more sophisticated look. They are also a great option to replace the shirt, suit, or even be used with a tailored shorts look more composing a drumstick (just right).
In sport: here the choices are grand. Stripes, stamped with coat ... Of all the potential fabrics imaginable, the mesh of the sweatshirt. Looks are great for writing you need to be tidy, but need not be social or grimace. I really like the stripes.
At work: You may also be used in that look, do not need to be social, but not so released. Paired with jeans or denim pants / cool wool can easily go to work. At that time, a moccasin or a more classic tennis style Osken closes the sobriety of attire.
Classical: the marks that bring pets indoors like alligator (Lacoste), deer (Abercrombie & Fitch), penguin (Original Penguin), Horse (Polo Ralph Lauren), etc.. are super high (see the matter of the VIP). The best option is the flat, though some of these brands such as Lacoste, had always cool news.
In Brazil, some Brazilian brands have become reference when it comes to polo shirts, my favorite are Reserva and Sergio K. The Osklen made a coarse mesh that parade by all the ballads, but not taste!
See below some options with pole looks. (Translated by Google)"

quinta-feira, dezembro 31, 2009

Happy new year!!!


2009 acabou!!!! Foram tantos imagens, tantas mensagens, tantas vontades e desejos... Foi um bom ano, apesar de corrido, muito corrido... Graças ao twitter a comunicação dos blogs se estreitaram... Graças aos blogs bloggers puderam sentar nas primeiras filas de desfiles e ganharam projeção... 2009 foi bom, mas 2010 promete ser ser melhor ainda...

Que o espírito de liberdade e elegância esportiva, sempre presente nos anúncios da Lacoste, nos acompanhe por todos ano de 2010. A foto acima, é da campanha do verão 2009 e foi fotografada por Terry Richardson.

Algumas das melhores imagens de 2009:

- Super model pelo Fashion Gone Rogue
- Campanhas 1 pelo Fashion Gone Rogue
- Campanhas 2 pelo Fashion Gone Rogue
- Capas pelo Models.com
- Campanhas pelo Models.com
- Capas masculinas pelo The Fashionisto
- Campanhas masculinas pelo The Fashionisto

***

"2009 is over!!! There were so many images, so many messages, so many wishes and desires... It was a good year, although gone, very fast... Thanks to twitter communication of blogs narrowed... Thanks to blogs that bloggers could sit in the front rows of fashion shows and won projection... 2009 was good, but 2010 promises to be even better... That freedom and elegance of sports, always present in the ads Lacoste, accompany us through all of 2010. The photo above is the campaign of summer 2009 and was photographed by Terry Richardson. Some of the best images of 2009:
- Super model by Fashion Gone Rogue
- Campaigns by 1 Fashion Gone Rogue
- Campaigns by 2 Fashion Gone Rogue
- Covers by Models.com
- Campaigns by Models.com
- Covers masculine by The Fashionisto
- Male Campaigns by The Fashionisto (Translated by Google)"

sábado, outubro 17, 2009

A moda morreu

Para quem não viu, a coluna Última Moda, da Folha de S. Paulo, assinada pelo grande jornalista Alcino Leite Neto, um dos poucos pense moda da indústria, publicou na edição de ontem uma entrevista com Christophe Lemaire, o estilista responsável pela modernização da Lacoste. Nela, Lemaire disse que é o fim da era de consumo desfreado. Veja matéria completa abaixo:

A moda morreu, viva a moda

Para o diretor de criação da Lacoste, Christophe Lemaire, crise vai mudar o modo como as pessoas pensam o consumo e as roupas Toda uma era da moda está chegando ao fim, precipitada pela recessão econômica. Foi esse o sentimento que percorreu a temporada de desfiles do hemisfério Norte, encerrada na última semana. Não foi uma sensação que atingiu apenas aqueles que observam a moda de fora mas também os que a constróem dentro das grifes, como o estilista Christophe Lemaire, diretor de criação da Lacoste. "A sociedade de consumo chegou ao fim de uma certa lógica", afirma Lemaire. "Para além da crise econômica, creio que as pessoas estão num processo de tomada de consciência, que começam a compreender que não se pode continuar nesse ritmo de consumo. É um suicídio coletivo." Discreto e sofisticado, Lemaire, 44, é um estilista que merece ser observado com atenção. Ele tem realizado com sucesso o mais difícil dos trabalhos: é responsável pela renovação estilística por que passa a Lacoste nos últimos anos, sem transgredir os códigos essenciais desta marca clássica de sporstwear, criada em 1933. Com experiência na alta costura, na qual trabalhou para Christian Lacroix e Thierry Mugler, Lemaire está na Lacoste desde 2002. Paralelamente, mantém sua grife própria, com uma loja no Marais, em Paris. Nas horas vagas, é um leitor voraz, fã de Joris-Karl Huysmans (1898-1907), e um cinéfilo apaixonado por Eric Rohmer. Em suas coleções para a Lacoste, a sutileza, o rigor e o pragmatismo são os instrumentos que o ajudam a equilibrar tradição e mudança, elegância e descontração. Com seu trabalho, a Lacoste renovou suas silhuetas, ganhou charme contemporâneo e expandiu de maneira exuberante sua paleta de cores -Lemaire é um colorista de mão cheia. Na entrevista a seguir, feita em Nova York, onde a Lacoste desfila, ele explica porque acha que uma época da moda acabou -e outra está começando.

FOLHA - Por que a sua nova coleção foi baseada no fotógrafo Jacques-Henri Lartigue (1894-1986)?
CHRISTOPHE LEMAIRE - As imagens dele foram as primeiras coisas que me vieram à cabeça quando comecei a trabalhar para a Lacoste. Há muita coisa em Lartigue que é também do universo da grife. Ambos pertencem à mesma época, estão ligados àquela alta sociedade francesa liberal, que já viajava bastante, praticava esportes, o que era muito moderno. Foi uma idade de ouro da França e ao mesmo tempo já era a decadência.

FOLHA - O estilo Lacoste precisa sempre ter alguma referência retrô, como no caso de Lartigue?
LEMAIRE - Não necessariamente, mas há um charme retrô na Lacoste e ele não é um problema. Isso ocorre porque se trata de uma marca clássica, no bom sentido do termo.

FOLHA - O que o sr. pode e o que não pode fazer quando deseja modernizar o estilo da marca?
LEMAIRE - Curiosamente, as principais interdições sou eu mesmo que as coloco. Para mim, fazer a direção artística de uma marca como a Lacoste é impor um vocabulário estilístico, definindo as coisas que pertencem e as que não pertencem ao universo da grife. Então, sou o mais exigente, porque penso que, no longo prazo, é assim que escreveremos a singularidade e a força da Lacoste.

FOLHA - Pode dar um exemplo?
LEMAIRE - Sim. Às vezes, o departamento comercial me diz: "Está na hora de fazer estampas florais, de usar botões dourados, de fazer isso e aquilo...". Eu respondo: "Mas isso não é a Lacoste. Não faremos".

FOLHA - O sr. pode mudar alguma coisa na famosa camisa polo?
LEMAIRE - A polo clássica é intocável, pois é vendida aos milhões, a cada hora. Seria estúpido mudar. Por outro lado, paralelamente, posso inventar outros modelos. Como você viu no desfile, a logomarca apareceu ora maior, ora menor.

FOLHA - Por que as cores da logomarca não podem ser alteradas?
LEMAIRE - Era o meu propósito, quando entrei para a Lacoste. Queria fazer crocodilos de todas as cores. Mas por razões legais, pois há muito pirataria, não podemos. A família Lacoste também não está de acordo com as mudanças. Mas, como sou muito teimoso, insistirei.

FOLHA - Por que a Lacoste, que é uma das mais famosas marcas francesas, desfila em Nova York?
LEMAIRE - A razão principal é que, em Nova York, podemos mostrar a moda feminina e masculina ao mesmo tempo, e os jornalistas de ambos os setores estarão reunidos na cidade. Além disso, por ser uma marca de sportswear, achamos que seria melhor compreendida em Nova York do que em Paris, onde as pessoas sempre esperam algo mais experimental.

FOLHA - O sr. trabalhou para a alta costura. Existe futuro para ela?
LEMAIRE - A alta costura acabou. Seu período áureo foi entre os anos 1920 e 1960, quando havia uma aristocracia de gosto que tinha dinheiro. O problema hoje é que as pessoas têm dinheiro, mas não têm gosto.

FOLHA - Como vê a moda, hoje?
LEMAIRE - O que sempre me irrita na moda é esta espécie de histeria, de condicionamento midiático e comercial que consiste em dizer que você deve mudar suas roupas em todas as estações, que precisa ter sempre alguma coisa dita nova. Acho que a elegância não tem nada a ver com isso. Aliás, prefiro o estilo à moda.

FOLHA - Qual é a diferença?
LEMAIRE - A moda hoje não tem nada a ver com a sensibilidade, mas com a informação. As pessoas acreditam que ter informação é ter poder. Não é muito complicado passar o seu tempo vendo blogs, lendo a imprensa, mas penso que é inútil. Para mim, bom e enriquecedor é aprender a me conhecer, descobrir como é o meu corpo, qual é a minha personalidade, quais são os meus valores. A moda faz parte da cultura, no sentido forte do termo. Decidir o que quero ler e comer, como eu quero viver e me vestir -para mim, tudo isso faz parte da mesma coisa. Essa ideia de que estar na moda é comprar um guarda-roupa novo a cada temporada nunca me interessou.

FOLHA - A recessão pode mudar a relação das pessoas com a moda?
LEMAIRE - Sim, tenho a impressão que já começamos a voltar a pensar em termos de qualidade e autenticidade. É interessante como a nova geração procura coisas mais clássicas e adota uma relação mais atemporal com a moda.

FOLHA - A situação atual não favorece muito mais o consumo de roupas mais baratas?
LEMAIRE - Chanel dizia que nós somos muito pobres para comprarmos coisas de má qualidade. A ecologia é isso: obter qualidade. Vamos ter que comprar menos e melhor. É toda uma educação a ser refeita. Sei que vai levar tempo. Mas não temos escolha. Teremos que nos questionar sobre como vivemos e também como vestimos, revendo nossa relação com os objetos e o consumo.

FOLHA - Essa ideia não deve agradar muito aos comerciantes.
LEMAIRE - Evidentemente, se você diz isso para um homem de negócios, ele não vai gostar. Mas a sociedade de consumo chegou ao fim de uma certa lógica. Para além da crise econômica, creio que as pessoas estão num processo de tomada de consciência, que começam a compreender que não se pode continuar nesse ritmo de consumo. É um suicídio coletivo.

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"Who has not seen, the column Last Fashion, the Folha de S. Paul, signed by the great journalist Alcino Leite Neto, one of the few think the fashion industry, published in yesterday's edition an interview with Christophe Lemaire, Lacoste's designer responsible for the modernization of the brand. In it, Lemaire said it is the end of consumerism. See the full article below: Latest Fashion ALCINO LEITE NETO - ultima.moda @ grupofolha.com.br Fashion dead, long live fashion For the creative director of Lacoste, Christophe Lemaire, the crisis will change the way people think about consumption and the clothes was a whole fashion is coming to an end, hastened by the economic recession. That was the feeling that went through the parade season in the North, closed last week. There was a feeling that was only those who observe from outside the fashion but also those who build within the brands, such as designer Christophe Lemaire, the creative director of Lacoste. "The consumer society has reached the end of a certain logic," said Lemaire. "In addition to the economic crisis, I think people are in the process of awareness, they begin to understand that we can not continue at this rate of consumption. It is a collective suicide." Discreet and sophisticated, Lemaire, 44, is one designer who deserves to be observed carefully. He has successfully performed the most difficult work: it is responsible for the renewal of style that Lacoste is in recent years, without breaking the codes of that mark classic sportswear, established in 1933. With experience in haute couture, where he worked for Christian Lacroix and Thierry Mugler, Lemaire in Lacoste since 2002. At the same time, maintains its own brand, with a shop in the Marais in Paris. In his spare time, is a voracious reader, a fan of Joris-Karl Huysmans (1898-1907), a movie buff and love with Eric Rohmer. In his collections for Lacoste, the subtlety, rigor and pragmatism are the instruments that help to balance tradition and change, elegance and relaxation. With his work, Lacoste renewed their silhouettes, and contemporary charm won exuberantly expanded its color palette-Lemaire is a colorist handful. In the following interview, done in New York, where Lacoste parade, he explains why he thinks a season of fashion-ended and another is beginning. LEAF - Why does your new collection was based on the photographer Jacques-Henri Lartigue (1894-1986)? CHRISTOPHE LEMAIRE - The images of him were the first thing that came to mind when I started working for Lacoste. There is much at Lartigue who is also the designer of the universe. Both belong to the same time, are linked to that liberal French high society, who has traveled a lot, played sports, which was very modern. It was a golden age of France and at the same time it was the decay. LEAF - Lacoste style must always have some reference retro, as in the case of Lartigue? LEMAIRE - Not necessarily, but there's a retro charm in Lacoste and it is not a problem. This is because it is a classic brand in the best sense of the term. SHEET - What sr. can and can not do when you want to modernize the style of the brand? LEMAIRE - Interestingly, the main prohibitions is myself that I put. For me, making the artistic direction of a brand like Lacoste to impose a stylistic vocabulary, defining things belonging and not belonging to the universe of the brand. So, I'm demanding because I think in the long term, so write the uniqueness and strength of Lacoste. LEAF - Can you give an example? LEMAIRE - Sometimes Yes, the sales department tells me: "It's time to make floral prints, using gold buttons, to do so and so ...". I say, "But that's not the Lacoste. We will not do." LEAF - Mr.. can change something in the famous polo shirt? LEMAIRE - The classic polo is untouchable because it is sold by the millions every hour. It would be stupid to change. Moreover, in parallel, I can invent other models. As you saw in the parade, the logo appeared sometimes more, sometimes less. LEAF - Why are the colors of the logo can not be changed? LEMAIRE - It was my intention when I went to Lacoste. I wanted to do crocodiles of all colors. But for legal reasons, for there is much piracy, we can not. Lacoste family also does not agree with the changes. But, as I am very stubborn, insist. LEAF - Why Lacoste, who is one of the most famous brands in France, parades in New York? LEMAIRE - The main reason is that in New York, we can show the women's and men at the same time, and journalists from both industries will gather in the city. Moreover, being a brand of sportswear, it was best understood in New York than in Paris, where people always expect something more experimental. LEAF - Mr.. worked for the couture. Is there a future for it? LEMAIRE - The haute couture is over. His heyday was between the years 1920 and 1960, when there was an aristocracy of taste that had money. The problem today is that people have money, but have no taste. LEAF - How does the fashion today? LEMAIRE - What always annoys me in this fashion is sort of hysteria, conditioning and commercial media that is to say that you should change your clothes in all seasons, which must always have something new called. I think that the elegance has nothing to do with it. In fact, I prefer the style to fashion. SHEET - What is the difference? LEMAIRE - Fashion today has nothing to do with sensitivity, but with the information. People believe that having information is power. It is very difficult to spend your time watching blogs, reading the press, but I think it is useless. To me, good and enriching is to learn to know me, find out how is my body, what is my personality, what are my values. Fashion is part of the culture in the sense of the term. Deciding what I want to read and eat, as I live and I dress for me, all part of the same thing. This idea that being fashionable is to buy a new wardrobe every season never interested me. SHEET - A recession could change the way people interact with fashion? LEMAIRE - Yes, I have the impression that we have begun to re-think in terms of quality and authenticity. It is interesting how the new generation for things classical and adopts a more timeless and fashion. LEAF - The current situation does not favor much the consumption of cheaper clothes? LEMAIRE - Chanel said that we are too poor to buy things of poor quality. Ecology is this: get quality. We will have to buy less and better. It's all an education to be redone. I know it will take time. But we have no choice. We'll have to ask ourselves how we live and also how to dress, reviewing our relationship with the objects and consumption. LEAF - This idea should not appealed to the traders. LEMAIRE - Of course, if you say that to a businessman, he will not like. But the consumer society is over a certain logic. In addition to the economic crisis, I believe that people are in a process of awareness, they begin to understand that we can not continue at this rate of consumption. It is a collective suicide. (Translated by Google)"

domingo, setembro 13, 2009

New York Fashion Week – Day 3

Como alguns fashionistas já haviam chamado atenção na temporada brasileira, o streetwear vem evoluindo a cada temporada... Alexander Wang e Lacoste by Christofe Lemaire mostram suas coleções com pegada no esporte, futebol americano e tênis, respectivamente, se destacando a quilômetros do que se mantiveram no lugar comum.

Na briga pelo melhor do dia, ponto para Alexander, que se mostra cada vez mais um estilista versátil e experimental. É ele quem assina a consultoria de estilo da Gap, a gigante básica e com pegada casual. Todo seu esforço em modernizar a marca está contribuindo para sua evolução como estilista, isso ficou claro nessa coleção. Intercambio de idéias originais e adaptadas a cada um dos públicos.

Também desfiram nesse sábado: ADAM, Altuzarra, Boy by Bandof Outsiders, Chado Ralf Rucci, Jeremy Laing, Karen Walker, Ohne Titel, Richard Chai Love, Shipley & Halmos, United Bamboo, Vivienne Tam e VPL.

segunda-feira, agosto 24, 2009

Olho nela – Karlie Kloss

Alexander McQueen, Lacoste, Chloé, Marc Jacobs Lola, Pringle e Sportmax são algumas das campanhas para o inverno 2009 que tem a modelo americana Karlie Kloss como símbolo. Natural de Chicago, a modelo de 17 anos surgiu para o mundo fashion há quase duas temporadas e desde então vem construindo um portfólio incrível.

Número 12 no ranking do Moldes.com, é presença certa nas passarelas do circuito fashion e nas mais importantes publicações de moda ao redor do mundo, seja a super comercial Vogue América ou a cult i-D.

A garota vai longe.

“She’s disciplined and has danceability, repetition and gorgeous legs. And she’s happy to hang up her clothes after each picture. She was first a Teen Vogue girl and I was so delighted to shoot with her - light on her feet, happy to work, like a young Christy Turlington.” - Arthur Elgort

“She’s an amazing model. She knows clothes. She has tons of energy. She will add things to the shoot that I would never have thought of. She thinks from the point of view of an editor and photographer, not just that of a model. When she’s allowed to be free, to be creative she’s at her best. She likes extreme things. She likes to go all the way.” - Steven Meisel

A foto acima é do editorial Top Coats, da Vogue América de setembro. As fotos são de David Sims.

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